Para toda mulher…

Recebi por email e, normalmente não dou muita atenção pra esses emails gigantescos que chegam… Mas esse, por algum motivo, me chamou atenção e, ao terminar, percebi que realmente valeu a pena ler… Gostei!!! Valeu, Kátia!!!

Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia…) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu… sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

O lance…

O lance sobre ler a bíblia é que, não importa o que você está vivendo no momento, sempre tem algo que se encaixa! Incrível! Sabe quando vc está ouvindo escondidinho aquela música cafoninha como eu faço de vez em quando, aquela que todo mundo tira sarro, mas que, não importa que dia do ano, sempre tem uma parte que combina com aquilo que você está vivendo no momento? Então, assim é a Bíblia. A palavra de Deus sempre tem algo pra nos dizer, confortar, motivar… E o que mais me impressiona é o fato de que as músicas cafonas podem falar com agente mas, quando se diz que é a palavra de Deus, aí o gato se arrepia e mostra as unhas. Nunca ví povo se apavorar, incrível!

Mas, o motivo de escrever hj não é esse. Há algum tempo eu passei momentos muito difíceis na minha vida, no meu casamento. E sempre que eu lia o texto de 1Coríntios 13, um frescor vinha em meu coração. Era como se Deus me falasse que eu sei a realidade do amor que existe entre meu Marido Lindo e eu e que o amor real sobrevive a tudo que o mundo diz que não! Se o mundo diz que não tem amor que suporta tal coisa, Deus diz que, se esse amor é real, ele suporta. Basta crer Nele! E eu creio. Hoje, quando leio esse texto, sinto um afago de Deus, como dizendo “Viu, Minha filha amada. Esse é o amor que Eu dei pra vocês. Esse é o amor que sustenta a sua família e o seu lar. Seja feliz!” E quer saber? Eu não podia ser mais feliz!!! Quero dividir esse texto com vocês que lêem, por algum motivo, o meu humilde “brog” .

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha (…) Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Sem amor, nada faria sentido. Ainda bem que Deus me ensinou a amar…  #ObrigadaSenhor!

 

2010 foi…

O ano em minha vida. Fiz e mantive mudanças que jamais pensei que faria… Mudei, em vários sentidos. De trabalho, de ares, de casa, de cidade, de igreja, de supermercado… Isso poderia ir looonge. Fui parar em Curitiba, quem diria! Mas o que me importa de verdade é que, mesmo com as diferenças, adaptações, saudades batendo na porta a cada minuto, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido com a minha família. Digamos que, finalmente, andamos com as próprias pernas, medindo nossos passos como achamos melhor. Não digo isso ingratamente e desmerecendo toda a ajuda que já recebemos. Isso foi o que nos manteve como família, sem ajuda, não teríamos chegado onde chegamos. FATO. Mas também, não posso negar que o fato de tomarmos nossas decisões independente do que os outros têm em mente, fez toda a diferença. E eu digo isso nas menores coisas. O que vamos fazer no fim de semana, onde vamos passar o feriado, o que vamos comer amanhã… Muitas vezes pensávamos nessas coisas já incluindo outras pessoas. Não nos permitámos pensar em nós, somente. Não sabíamos aproveitar um ao outro. Sempre tinha que ter algum amigo ou familiar por perto. Agora, aprendemos a estar juntos, e saber aproveitar cada segundo disso. Hoje posso dizer que somos dependentes, sim. Mais que nunca. Mas agora, dependemos única e totalmente de Deus. É ele quem toma parte de nossas decisões. E quer saber o que? Estou mais que feliz com isso! Aprendi a olha pro meu marido com outros olhos e a aproveitar meus filhos, curtindo o melhor de cada um deles, e isso, não tem dinheiro no mundo que pague!

Quanto a saudade? Essa agente administra! E viva a geração Skype… Não fosse ele, minha conta telefônica seria astronômica, ligações seriam seletivas e curtas. Maaassss, com as “Maravilhas Tecnológicas” de hoje, ligo pras amigas de todos os lugares que quero, pra família, e tudo isso, na hora em que sinto vontade [Obrigada Deus!]

Descobri, de maneira não muito boa, que nem sempre vou encontrar pessoas tão acolhedoras como em minha querida cidade (Campo Grande – MS), mas que isso faz parte da vida e, por isso, tenho que contar ainda mais com minha família e Deus. Ter descoberto isso não tornou as coisas menos dolorosas, mas, mais simples de se aceitar. Descobri que nem sempre vai valer a pena trabalhar em um lugar por que você acha que é bom. Ás vezes, é melhor estar fora que em um ambiente onde as pessoas preferem pisar umas nas outras pelo simples prazer de fazer o dia de alguém mais difícil. Aprendi que quando se está livre, as melhores oportunidades têm maiores chances e, junto delas, vêm grande aprendizado e chances de conhecer pessoas maravilhosas!

Consegui ver que, pra ser amigo, não necessáriamente tenho que estar ao lado de alguém sempre, e vice-versa, mas que o simples fato de eu saber que ela tem um problema, orar por ela, e dizer me lembro, já faz de mim alguém na vida de alguém! Entendi que amor não é presença, mas é dedicação. É me dedicar a ligar, amar, orar, pensar, chorar, dividir, sorrir, pedir… Todas essas coisas e muito mais, sempre que possível por que, infelizmente, não posso fazer tudo o tempo todo. Não sou a Mulher Maravilha, certo Cyn?! E graças a Deus descobri isso em tempo de não ficar totalmente maluca!

Em fim… O ano de 2010 foi… E 2011 chegou. Sem promessas impossíveis de se cumprir, sem grandes espectativas pra evitar as também grandes e possíveis frustrações. Este ano chegou, pra mim, cheio de sonhos e planos que estão nas mão Daquele que é o Único que pode realizar pra mim: Deus. Um novo ano com pessoas que são novas a cada dia, não simplesmente num momento de festa onde todo mundo diz isso só por que é tradição. Neste caso, nem foi dito, mas foi guardado no coração a disposição de fazer deste ano, algo ainda melhor do que fizemos no passado.

Essa sou eu. Essa é minha família. Esse é o nosso Deus. Essa é a nossa vida. Espero que este seja, mais que o passado, o nosso ANO!

#VaiQueÉSuaDeus!!!

Da Natureza.

É da natureza do ser humano falar sobre aquilo que, direta ou indiretamente, lhe é experimentado. Assim sendo, muito possivelmente, passarei a escrever muito mais sobre saudade que o normal. Mesmo que não propositalmente, afinal, acabamos por fazer o que é desejo do nosso coração ainda que não seja planejado.

As coisas aconteceram. Mais difíceis que o esperado, com obstáculos maiores que o previsto, com algumas crises de desespero e físico expressando aquele sentimento que não consegue ser verbalizado. Tudo muito maravilhoso. Sim, isso mesmo! Toda essa confusão foi maravilhosa porque foi nela que Deus pode manifestar seu poder e sua misericórdia por nós, e eu, pude exercitar minha Fé e dependência Dele. E isso não é fácil, por isso tento tirar proveito das situações mais complicadas pra colocar em prática tudo que tenho aprendido na Palavra de Deus. E praticar a Palavra de Deus é NÃO ir na onda “da natureza”humana. O coração do homem é enganoso! Mas, enfim, tudo deu certo e estamos em Curitiba!

A mudança de Campo Grande pra cá, foi exaustiva… Algumas coisas quebram, outras vão pras caixas quando deveriam ficar, outras simplesmente desaparecem e vão para um universo paralelo dos achados e perdidos. Imagino que seja isso, já que não ficou lá e nem veio pra cá. Que os duendes aproveitem bastante tudo que levaram, hehehehe!

No dia de pegar as chaves do nosso apto, uma semaninha antes de eu e meus filhotes pegarmos o avião só com a passagem de ida, a imobiliária resolveu que não aceitaria mais o nosso contrato que já estava assinado, autenticado e entregue pra eles. Motivo? “Questões burocráticas” foi o que eles alegaram… Tenho pra mim que essa burocracia foi, na verdade, uma proposta maior que a nossa. Neste momento, desespero já era pouco pra nos descrever!

Mas Deus, em sua infinita Graça e Sabedoria, já tinha nos preparado algo muito melhor!  \o/

Ficamos com um apto liiiindoooo! Estou apaixonada! Claro que chegar até aqui com a nossa mudança foi a aventura do ano! Eu disse ao Marido Lindo que nunca mais quero voltar pra Campo Grande só pra não ter que fazer mudança novamente! Só por Jesus e muito chá de camomila com cidreira e erva doce pra se manter controlado em meio a tantos acontecimentos.

Hoje, estamos com nosso lar semi pronto. Ainda falta colocar algumas coisas no lugar, mas tenho ido com calma. Estamos aqui e nossas famílias lá. Ainda não entrei em pânico e desespero absolutodeu pra sentir uma saudade desesperadora mas, saber que estamos tão longe uns dos outros, certamente faz com que bata um certo medo. Não é mais todo dia que der vontade que eu vou poder ver as pessoas que amo, não é mais todo sábado que vou encontrar aquele casal de amigos especiais (que por sinal, estão gravidíssimos- parabéns Cyntia e Fábio!), não é mais todo domingo que teremos a certeza de que vamos encontrar todos aqueles que cativamos e nos cativaram… Agora, o que tenho presente todos os dias são a saudade, as boas lembranças – e as más também porque elas nos dão força e nos lembram de que podemos superar os problemas, e a vontade de dar um abraço forte naqueles que não vão mais poder estar tão perto quanto gostaríamos que estivessem. E junto disso, tem também as descobertas de novas amizades que sei que Deus já está providenciando, dos novos níveis de relacionamento entre nossa família, entre o Marido Lindo e eu como um casal e, principalmente, do relacionamento com Deus.

Sei que tudo que temos vivenciado é para o nosso crescimento e que tudo que ainda está por vir, tem o dedo Dele pra nos suprir e nos fazer crescer… Fico feliz em saber que, finalmente, estamos crescendo e as pessoas que nos amam também podem ver isso.

Agora, nos resta esperar pela obra que ainda não está completa, e ver no que vai resultar!

Bola pra frente e bora terminar logo de desencaixotar as coisas por que não aguento mais tanta caixa esparramada pela casa… Té a próxima!


Ao aniversária da minha Mamãe!

Bom, resolvi reunir as duas coisas que mais gosto de fazer – escrever e ler – para falar de uma pessoa sem a qual eu, sem dúvidas, não existiria.

Mãe,

Hoje não é simplesmente um aniversário. É o SEU aniversário e, ainda mais que isso, é o seu aniversário que antecede anos de completa novidade e completo desconhecido em nossas vidas. É o início de um ano de grandes vitórias e surpresas (boas, claro!). Vitórias minha, do Vini… Não. Vitórias sua. Antes de ser de qualquer pessoa, antes de qualquer um que sofreu, que correu, que ralou, que lutou, está você. Que mesmo quando gritamos, negamos, batemos portas, discutimos e desobedecemos, seus joelhos nos sustentaram com suas orações. Foram seus joelhos e suas orações que ajudaram a salvar minha família de grandes quedas. Mais que isso, salvar minha própria vida de uma queda que, não fosse pela sua insistência em me fazer ceder, poderia ser sem retorno e de arrependimentos mais dolorosos que eu possa imaginar. Mas aí pensa-se que relembrar momentos difíceis não é bem o melhor presente que se dá, não é?!

Na verdade, repassar a memória pelos momentos difíceis é relembrar nossas vitórias e nos fortalecer para as dificuldades que estão por vir. Tanto as previstas quanto as imprevistas. Além do mais, não posso deixar passar a oportunidade de honrar. Deus diz que os humilhados serão exaltados, e esta é uma grande verdade! Aprendi com você, mãe, a seguir a Palavra de Deus e ser fiel e obediente sem hesitar pois, aquilo que Deus manda, jamais é sem sentido. E hoje quero honrar minha parentela, e não simplesmente porque manda a Bíblia, mas por que é de grande agrado ao meu coração.

Mulher valorosa, de grande sabedoria e serva fiel do Senhor, me ensinou a ser mãe. Talvez não seja mãe como ela, já que ninguém é igual a ninguém. Mas as coisas mais importantes aprendi vivenciando suas mudanças passo a passo. Aprendi que mãe não tem que ser perfeita. Que filhos são injustos e, mesmo assim, nosso amor incondicional por eles, jamais nos deixa guardar qualquer tipo de rancor. Aprendi que sozinha, eu não sou ninguém, e não vou a lugar algum. Aprendi, no momento mais difícil de toda minha vida, que a minha Melhor Amiga estava bem ali ao meu lado, dizendo tudo que eu precisava ouvir, não apenas aquilo que não me faria sofrer, me tirando da cama quando tudo que eu mais queria era ficar nela bem escondida até eu poder desaparecer. Aprendi que quando se tem uma pessoa difícil a quem muito se ama, não adianta querermos que ela mude. Só muda quem tem intimidade com Deus. Só tem intimidade com Deus, quem quer. Logo, só muda quem quer. Assim, devo aprender a filtrar aquilo que guardo em meu coração para não criar sentimentos ruins e fazer com que o amor vire disputa com aquela pessoa tão amada. Aprendi que muitas vezes, não queremos ver o que acontece ao nosso redor, mas que Deus, quando andamos junto Dele, nos faz enxergar, independente da nossa vontade por que o que realmente vale, é a vontade Dele e ponto final. Aprendi que muitas vezes o que nossos pais nos forçam a fazer, pode ser aquilo que vai te ajudar a sustentar tua casa, e que não adianta pensarmos que sabemos o que nos é melhor na vida por que isso não é verdade. E não ache que eu descobri isso por que hoje sou mãe de três, não. Aprendi isso na minha própria vida e na minha relação com a minha mãe. Ela ainda é quem tem os melhores conselhos pra me dar. Aprendi a ter responsabilidade sobre os meus atos, afinal, “quem pariu Mateus, que o embale…” Apesar de nenhum dos meus se chamar Mateus!

Aprendi a ser mulher, a ter valores e demonstrar valores. A respeitar e me fazer respeitada. A educar e ser educada. Aprendi, na verdade, a ser um ser-humano de qualidade, coisa que hoje não é muito comum nesse mundo de ponta cabeça em que vivemos. Digo que devo tudo o que sou a Deus, em primeiro lugar, e a minha mãe…

Obrigada por ser tudo de melhor: por ser mãe, vóinha, tia-Célia, minha mais importante mentora e conselheira. Obrigada por usar em mim tudo que aprende, seja na vida ou na escola. Obrigada por ser meu exemplo e meu orgulho. Me senti um balão de tão cheia de orgulho no dia de sua formatura!!! Obrigada por falar, obrigada por me ouvir e, mais ainda, obrigada por compreender. Mesmo quando estou mal humorada! Obrigada pela liberdade de me dizer e ouvir coisas que são tão importantes e, no final das contas, tão divertidas também. Afinal, só agora caiu a ficha de que minha mãe, não é só mãe. É também mulher. E como tal, tem experiências de todos os tipos. Obrigada por dividir todas elas comigo. Mesmo quando, como consequência, vem as cuecas de tamanho G!

Obrigada mãe. Simplesmente por ser tudo o que você é! Eu teria coisas infinitas para escrever aqui, mas o que ficou de fora, vou resumir de uma maneira que sei que não vai se esquecer jamais: Eu amo você!!!


E não é que é sério mesmo?!

É, só eu e Deus sabemos quanto tempo faz que estou ensaiando para postar novamente, mas é que a situação é tensa!!! O chá de casa nova/despedida foi uma muvuca santa maravilha, suuuper divertido. Fora que ganhamos um moooonte de presentes…Além dos da lista. Coisa de Deus mesmo! Uma pena que não dá pra ficar somente na parte divertida, tenho que passar, novamente, pelo fato de que eu tive que levar o Marido Lindo ao aeroporto 3hr da madruga pra pegar o vôo para Curitiba, passando desesperadoras 2 hr amigávelmente por São Paulo. (Novela Mexicana Mode On) Pensei que eu iria morrer de tanto chorar, berrar, pedir pra não ir, gritar o nome dele enquanto o avião decolava e ele nem sonhava com meu escarcéu (Novela Mexicana Mode Off), mas não, me comportei como uma mocinha crescida que sabe que certas coisas tem que acontecer, por mais desesperador que pareça, e que no final, tudo vai ficar bem.

Neste momento, o Marido Lindo já está trabalhando em seu novo emprego, lá, um bocado longe de mim. Mas ele volta pra passar o Natal e Ano Novo nem que seja andando, mas volta, e, quando a festança acabar, é definitivo. Ele vai pra nos esperar chegar com a mudança toda. Talvez até meus pais irão pra levar e ajudar na mudança com o frango assado e a farofa na marmita!

Mas o que realmente importa é que estamos muito felizes, esperançosos e animados com essa nova fase… E morrendo de medo também.

2010 vai ser o nosso verdadeiro “ano novo, vida nova”… Que seja o que Deus quiser. MESMO!!!

#QUEROIREMBORALOGO!!!


Nosso “Chá de Despedida”…

chá-mailing

 

Sim, sim, sim… Sei que foi tudo muito rápido, mas o Marido Lindo, se tudo der certo, estará de partida já no final deste mês, logo, não temos muito tempo para esperar. Fica aqui o convite para os que amamos… Esperamos todos vocês lá!!!

 

 


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